Arautos em Portugal

Arautos do Evangelho – Associação Internacional de Direito Pontifício

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Évora: Paróquia de Fronteira recebe novos oratórios

No passado domingo, a comunidade paroquial de Fronteira, na Diocese de Évora, acolheu 2 novos oratórios do Imaculado Coração de Maria.

A cerimónia teve lugar na histórica e bela igreja de Nossa Senhora da Atalaia, durante uma Eucaristia presidida pelo pároco, o Cónego Júlio Roxo Rodrigues, e concelebrada pelo Pe. Alberto Jorge Neves Martins. São agora três os oratórios existentes nesta paróquia alentejana.

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Setúbal: Paróquia da Moita recebe novo oratório

A paróquia da Moita, na Diocese de Setúbal, recebeu recentemente mais um oratório do Imaculado Coração de Maria.

O compromisso do novo coordenador decorreu de forma solene na bela igreja matriz, dedicada a Nossa Senhora da Boa Viagem, numa Eucaristia presidida pelo pároco, Pe. António Sílvio Couto, e concelebrada pelo Pe. Paulo Henrique Silva, EP.

A cerimónia foi ainda animada pelo coro dos Arautos do Evangelho e contou com um grande número de fiéis, entre os quais vários cooperadores da instituição.

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Porto: Paróquia de Mindelo recebe novos oratórios

A paróquia de Mindelo, na Diocese do Porto, recebeu no último domingo 5 novos oratórios do Imaculado coração de Maria.

O compromisso solene destes coordenadores teve lugar ao fim  da Celebração Eucarística realizada na igreja matriz, e que foi presidida pelo pároco, Pe. Joaquim Marques Ferreira e concelebrada pelo sacerdote arauto, Pe. Manuel Ramos Veiga.

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Braga: Procissão assinala o culminar das Festas de S. Bento em Vale de S. Cosme

Encerraram no passado dia 11 as habituais celebrações em honra de São Bento, na freguesia de Vale S. Cosme e S. Damião, no Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, e que estão ao encargo do Pe. José Manuel Faria Ferreira.

Depois de 10 dias de festejos naquela que é uma das grandes romarias do Minho, as celebrações tiveram o seu momento alto no domingo, com a tradicional procissão que percorreu com imponência as ruas da localidade, com destaque para os diversos andores ricamente adornados e uma preciosa relíquia de Santo Lenho portada pelo Frei Luís, pregador Capuchinho, sob o pálio conduzido por membros dos Arautos do Evangelho.

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Arquidiocese de Braga assinala bodas de ouro sacerdotais de D. Jorge Ortiga

A emblemática Sé de Braga foi o local escolhido para o pontifical que assinalou os 50 anos de ordenação sacerdotal de D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, no qual participaram a maioria dos bispos portugueses e do cabido de Santiago de Compostela.
Em sua homilia o prelado lembrou que todo o sacerdote deve “procurar o rosto de Deus, numa postura humilde, para que o cansaço não se apodere de si e a alegria do ministério possa sobressair”.
Após a Celebração teve lugar uma sessão solene com jantar no Seminário Conciliar de Braga, que contou com uma mensagem do Papa Francisco, na qual o pontífice elogia o “zelo apostólico” e o “exemplo de vida” do arcebispo Bracarense, realçando ainda, entre outros aspectos, o “espírito e inteligência” no exercício das funções assumidas ao longo da vida por D. Jorge Ortiga, nomeado arcebispo de Braga em 1999.
D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga nasceu a 5 de março de 1944, na freguesia de Brufe, concelho de Vila Nova de Famalicão; foi ordenado padre no dia 9 de julho de 1967, juntamente com 24 colegas, na igreja de Lousado (Famalicão).

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Porto: Vigararia de Castelo de Paiva-Penafiel acolhe trinta e cinco novos oratórios

As paróquias de Cabeça Santa, Luzim, Peroselo e Boelhe, todas situadas na Vigararia de Castelo de Paiva-Penafiel, e que têm por pároco o Pe. Ilídio Teixeira dos Santos, receberam trinta e cinco novos oratórios do Imaculado Coração de Maria.

As cerimónias foram presididas em ocasiões diferentes pelos sacerdotes Arautos, Pe. Jorge F. Teixeira Lopes, EP e Pe. Manuel Ramos Veiga, EP, contando sempre com a enorme adesão dos fiéis destas comunidades.

Estes oratórios somam-se assim a muitos outros que já peregrinam na diocese e são sinal inequívoco de uma grande devoção Mariana e compromisso pessoal dos fiéis na nova evangelização.

Luzim:

 Cabeça Santa:
 Peroselo:
Boelhe:

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Braga rejubila com festividades em honra de São João Batista

No último sábado, as ruas bracarenses estiveram uma vez mais repletas por ocasião da tradicional procissão em honra de S. João Batista.

Este evento é o ponto alto de vários dias de comemorações em torno do percursor do Senhor, e congregou mais uma vez inúmeros clérigos e religiosos, autoridades militares e civis, entre elas o Dr. Ricardo Rio, presidente da Câmara de Braga, além de uma impressionante multidão de fiéis.

Este ano a procissão foi presidida pelo Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, que comemora este ano as suas Bodas de Ouro sacerdotais, o qual portou sob o pálio conduzido por membros dos Arautos do Evangelho, uma preciosa relíquia do Santo Lenho.

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Lisboa: Fiéis reúnem-se para celebrar a Solenidade do Corpo de Deus

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Qual o intuito do Sr. Andrea Tornielli ao atacar os Arautos do Evangelho? Criar um cisma na Igreja?

Quem lê os artigos e livros do prestigioso vaticanista, Sr. Andrea Tornielli, pode regozijar-se com a recordação da figura pitoresca de um camaleão. Assim, as suas publicações registram uma arguta capacidade de adaptar-se ao ambiente em que se encontra, para desenvolver a sua atividade: soube sorrir para João Paulo II, afagar o pontificado de Bento XVI e, ao mesmo tempo, preteri-lo discretamente, quando já andava de braços dados com Francisco…

Recentemente, o Sr. Tornielli publicou um artigo polémico no blog Vatican Insider, do jornal La Stampa: “Arautos, a doutrina secreta: ‘Correa incentiva a morte do Papa’”. Considerando a conhecida característica camaleónica do articulista, duas questões despontam a partir desta publicação: quais são as suas pretensões? Para que ambiente ele antecipa uma adaptação?

É interessante observar que o autor ressuscita, através do mencionado artigo, antigas, muito antigas, denúncias contra o Professor Plinio Corrêa de Oliveira, relativas à veneração que muitos lhe prestavam em vida, bem como à devoção privada a sua mãe, D. Lucília. Agora, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho, é alvo dos mesmos ataques. Essas são acusações obsoletas, todas respondidas e devidamente refutadas conforme os ditames da mais estrita doutrina católica.

Timeo hominem unius libri. É bem o que os leitores da imprensa católica são inclinados a concluir nestes momentos, sobre o conhecimento do Sr. Tornielli sobre o tema de seu artigo: estudioso de um só livro causa temor. O que não fica nada bem para um articulista desse porte… Vej​amos porquê.

Em primeiro lugar, poderíamos sugerir ao Sr. Tornielli voltar um pouco ao passado da instituição, por ele tão veementemente atacada, e deitar alguma atenção sobre uma obra publicada em 1985 – Servitudo ex Caritate – com o parecer do eminente teólogo Pe. Victorino Rodríguez y Rodríguez, OP. Nesse estudo, nunca replicado, o assunto da Sagrada Escravidão a Jesus, pelas mãos de Maria, bem como os vínculos espirituais entre o Prof. Plinio e seus discípulos, que ele menciona em seu artigo, foram completamente esclarecidos para o passado, para o presente e para o futuro.

E por que não ler, também, o livro Dona Lucilia, de 1995, com prefácio laudatório do Pe. Antonio Royo Marín, OP, reeditado em parceria com a Libreria Editrice Vaticana em 2013, também em língua italiana? A sua leitura teria sido suficiente para compreender que os fundamentos da devoção a esta grande dama brasileira estão baseados na sua vida de ilibada virtude e no bimilenar costume da Santa Igreja. Permita-nos dizer-lhe, Sr. Tornielli, que talvez seja conveniente rever as suas anotações do tempo de catecismo, pois antes mesmo de alguém ser canonizado, pede a Santa Madre Igreja que seja reconhecida sua fama de santidade.

E quanto à devoção a Dr. Plinio? Se lhe interessarem dados mais atuais, convidamos o Sr. Tornielli a fazer um dedicado estudo a uma obra recentíssima, de 2016, publicada em cinco volumes também pela Libreria Editrice Vaticana, com mais de 100 mil coleções impressas, sob o título “O dom de sabedoria na mente, vida e obra de Plinio Corrêa de Oliveira”. Nesse trabalho encontram-se detalhadas as origens históricas e o embasamento teológico desse tema, tratado de forma tão tendenciosa no seu artigo.

É verdade que surgiu, entretanto, diante do Sr. Tornielli, uma grande e insólita novidade: um vídeo privado, divulgado fora do contexto e superado pelo tempo, pois é velho de um ano e meio. Sendo ele de uso restrito da instituição, foi, entretanto, obtido de forma ilegal por um homem apaixonado no desafeto à TFP e aos Arautos – ele mesmo ex-membro da TFP -, casado com uma senhora, ex-membro da Opus Dei, que ocupam ponderada parte de seu tempo em atacar as entidades às quais pertenceram. Nesta fonte o influente Sr. Tornielli foi buscar a sua informação imparcial…

Trata-se do registro de uma reunião de clérigos, reservada, que não implicou em nenhuma mudança de rumos nos Arautos do Evangelho, seja no seu relacionamento para com a Sagrada Hierarquia e a sociedade civil, seja na atuação com a imensa quantidade de aderentes do movimento. O objetivo do encontro registrado era, simplesmente, intercambiar impressões a respeito de determinados fenómenos preternaturais, num ambiente de amena e distendida intimidade. Mãos criminosas, ainda desconhecidas, resolveram divulgar o seu conteúdo de forma malévola e inconsequente para um público que não tem, na sua grande maioria, conhecimentos teológicos suficientes para fazer a respeito do seu conteúdo um juízo aprofundado. Não era difícil, assim, criar confusão em suas mentes. Por outro lado, essas mesmas mãos não se interessaram, naturalmente, em divulgar as conclusões dessas análises.

Ora, porque o Sr. Tornielli não procurou os Arautos para obter um esclarecimento? Bem poderíamos dizer: timeo hominem unius factionis, tememos os homens da meia verdade, os homens parciais, aqueles que não sabem e não querem ouvir as duas partes.

Estará o Sr. Andrea Tornielli agindo sozinho? Isso não sabemos…

Mas podemos afirmar, analisado o artigo do renomado vaticanista e as circunstâncias mencionadas, a cega contribuição que ele está oferecendo no sentido de destruir aquela tão sonhada unidade que os Padres do Concílio Vaticano II quiseram levar adiante e que concretizaram três grandes homens: São João Paulo II, Bento XVI e Mons. João Clá. Eis um modo de arruinar a doutrina de um Concílio Ecuménico, e a dedicada ação de dois papas – um ainda vivo e entre nós – e de um Fundador, de quem um Prefeito da Congregação para os Religiosos, Cardeal Franc Rodé, disse ser a Igreja devedora!

Cui prodest? A quem aproveita esta atitude? O mundo católico está certamente perplexo: desta vez o camaleão apresenta tons tão surreais que, feitas as devidas ponderações, ainda continua a suscitar perguntas acerca das suas variadas novas colorações:

– A quem representa o Sr. Andrea Tornielli?

– Pretende ele provocar um cisma na Igreja?

– Com que intenções?

Por fim, esclarecidas as inverdades e distorções, fazemos-lhe um convite para retornar às vias de um jornalismo culto, sério e ético. Os Arautos do Evangelho consagram a São José, padroeiro da Igreja, a própria defesa, na certeza de não serem desamparados pelo pai virginal de Jesus e castíssimo esposo de Maria. Sem prejuízo dos próprios direitos, estão eles dispostos a sempre acolher com benevolência a retratação dos caluniadores e a perdoá-los sinceramente, pois não guardam qualquer ressentimento.

Arautos do Evangelho

 

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Lisboa: Fiéis reúnem-se para celebrar a Solenidade do Corpo de Deus

A Igreja Católica celebrou ontem, dia 15 de Junho, a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, festividade popularmente conhecida como “Corpo de Deus”.

Em Lisboa, as celebrações foram presididas por, D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar do Patriarcado, e tiveram início às 11h30m com a Santa Missa, na Sé Patriarcal, seguida de uma solene Adoração Eucarística.

Cerca das 17h o SS. Sacramento saiu em procissão, precedido por um impressionante cortejo de clérigos e religiosos, autoridades civis e militares e ainda uma enorme multidão de fiéis que, em torno de Cristo Sacramentado, percorreram algumas das principais ruas da baixa-pombalina até retornarem ao largo da Sé, para a bênção final.

Esta solenidade, habitualmente celebrada na quinta-feira que se segue ao Domingo da Santíssima Trindade, tem a sua origem no séc. XIII, e é, sem dúvida, uma das tradições religiosas mais profundamente enraizadas no povo português.